segunda-feira, 27 de novembro de 2017

RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS DOS PEQUENOS AGRICULTORES DE MUCURI

PREFEITO VAI ENCAMINHAR PROJETO DE LEI À CÂMARA
 
MEDIDA BENEFICIA DEZENAS DE FAMÍLIAS QUE VIVEM E TRABALHAM NA ZONA RURAL DO MUNICÍPIO

Deverá ser encaminhado nos próximos dias à Câmara de Vereadores, para análise, discussão e votação, o Projeto de Lei Nº 07/2017, de autoria do Executivo, que trata da autorização para que o Município possa firmar Termo de Liquidação e Renegociação de Dívida dos pequenos agricultores de Mucuri junto ao Banco do Nordeste do Brasil.

Carlos Simões: projeto vai trazer enormes
benefícios às famílias de pequenos produtores rurais
O documento estabelece, em seu artigo 1º, que a autorização está prevista no texto da Lei Federal nº 13.340/2016. A medida vai beneficiar dezenas de famílias que contraíram dívidas através de linhas de credito específicas destinadas a pequenos agricultores, como o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) (Pronaf), que estimula a geração de renda e melhora o uso da mão de obra familiar, por meio do financiamento de atividades e serviços rurais agropecuários e não agropecuários desenvolvidos em estabelecimento rural ou em áreas comunitárias próximas.

Ao justificar a proposição, o prefeito Carlos Simões lembra que, nos últimos anos, questões climáticas geraram inúmeras perdas para os pequenos agricultores e, por causa disso, muitos deixaram de honrar com os seus pequenos empréstimos junto ao Banco do Nordeste do Brasil.

“Acreditamos que seja de interesse de todos de ver regularizadas as dívidas dos nossos pequenos agricultores, por se tratar de uma importante fonte de produção para a nossa região”, ressaltou o prefeito.

Carlos Simões vai solicitar a tramitação em caráter de urgência urgentíssima do projeto, para que as medidas legais sejam tomadas.

FONTE: ASCOM PREF. M. MUCURI


TEM INÍCIO CALÇAMENTO DA RUA JACARANDÁ

Na semana passada, foram iniciadas as obras de pavimentação da Rua Jacarandá, bairro Pôr do Sol. O calçamento vai abranger toda a extensão da via, a partir do cruzamento com a Rua Tocantins, prolongando-se pelos quarteirões das ruas Campo Grande, Aquarela, Corumbá até a Avenida Beira Mar.

O calçamento será feito em
bloquetes sextavados de cimento

A urbanização da Rua Jacarandá vem atender a principal reivindicação dos moradores, que passaram anos e anos sofrendo com muita lama em épocas de chuva e poeira nos dias secos, inúmeros buracos na pista, além de proporcionar enorme ganho material, já que os imóveis passam a ser mais valorizados.

Fotos anteriores: início dos trabalhos

O prefeito Carlos Simões garante, para o ano que vem, que o programa de pavimentação de ruas do seu governo ganhará intensidade, tudo pela melhoria da qualidade de vida da nossa população.


Trecho da Rua Jacarandá, bairro Pôr do Sol

FONTE: ASCOM - PREF. M. MUCURI



sexta-feira, 24 de novembro de 2017

COMARCA DE MUCURI TEM NOVA PROMOTORA TITULAR


Desde o final do mês passado que a Comarca de Mucuri passou a contar com a presença de um promotor titular, conforme designação do Ministério Público do Estado da Bahia. É a advogada Alice Koerich Inácio, empossada em 23 de outubro, com jurisdição plena.

Natural de Florianópolis/SC, Alice ingressou no Ministério Público da Bahia em 31 de março de 2016. Em sua trajetória, passou pela Comarca de Bom Jesus da Lapa, cidade com população em torno de 70.000 habitantes, a 790 quilômetros de Salvador, na região oeste do estado.

Mucuri está entre as 41 comarcas baianas que passaram a contar com a presença de promotores de Justiça titulares. No extremo sul, além de Mucuri, promotores de Justiça assumem a titularidade das comarcas de Itabela, Caravelas, Medeiros Neto e Prado.

Uma vez por semana, Alice Koerich Inácio vai atuar como promotora de Justiça substituta na vizinha cidade de Nova Viçosa.

MUCURI DÁ AS BOAS-VINDAS

Designado pelo prefeito Carlos Simões, o assessor de Relações Institucionais, Ilmar Lopes Gonçalves, esteve no gabinete da promotora na tarde desta quinta-feira (23), quando levou a mensagem de boas-vindas do Município. Na oportunidade, Alice observou que, pelo grande volume de processos, seria recomendável a elevação da Comarca à categoria de Entrância Intermediária, onde poderiam atuar mais de um promotor de Justiça.

TRABALHO EM BOM JESUS DA LAPA: FOCO NA ÁREA SOCIAL

Em Bom Jesus da Lapa, Alice fez abertura
de programa social (foto-arquivo)
Durante sua passagem por Bom Jesus da Lapa, Alice teve ampla atuação na área social. No início deste ano, ela fez a abertura solene do programa “Saúde + Educação: Transformando o Novo Milênio”, com participação de profissionais da área de saúde, educação, assistência social, autoridades locais e representantes da sociedade. O programa tem como objetivo fiscalizar unidades de saúde e estabelecimentos de ensino municipais e estaduais, com o intuito de verificar as condições estruturais, sanitárias e de prestação do serviço.

Proibição da venda de bebidas alcoólicas a crianças e adolescentes


Outra causa defendida com ênfase pela promotora em Bom Jesus da Lapa foi a recomendação a donos de bares, restaurantes, produtores de evento, entre outros estabelecimentos do município, para que se abstivessem de vender ou servir bebidas alcoólicas ao público infanto-juvenil, sob pena de responsabilização criminal e interdição do local que desrespeite a lei.


Na determinação, ficou claro que o controle deveria ser feito por meio da apresentação obrigatória de documento de identidade com foto. O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece em seus art. 243 que vender bebidas alcoólicas a crianças e adolescentes é considerado crime.


FONTE: ASCOM - PREFEITURA M. MUCURI

PREFEITOS PEDEM SOCORRO FINANCEIRO EM BRASÍLIA

Prefeitos da Bahia formam a maior representatividade por estado no movimento. Mesmo com a crise, Prefeitura de Mucuri honra seus compromissos

Movimentação em Brasília
Aconteceu na manhã de quarta-feira (22) a mobilização nacional de prefeitos brasileiros para pedir ajuda do governo federal. Diante da crise financeira, as prefeituras estão sem poder pagar décimo terceiro salário, honrar a folha de pagamento, assumir compromisso com fornecedores, nem, muito menos, fazer investimentos nos municípios. Trata-se de um colapso total. A Bahia é o estado com maior representatividade no movimento – com 401 representantes. Ao todo, mais de 3 mil prefeitos se concentraram em frente ao Congresso Nacional e realizaram um ato em protesto.

Mucuri, mesmo sofrendo os graves efeitos do momento de crise, vem mantendo em dia o pagamento dos servidores e garantindo os serviços essenciais que atendem a população da sede, dos distritos, povoados e comunidades rurais, o que revela a preocupação do prefeito Carlos Simões com o equilíbrio das contas.

Prefeito Carlos Simões prioriza
pagamento dos funcionários e
manutenção dos serviços essenciais
No ato de protesto, o presidente da União dos municípios da Bahia (UPB) e prefeito de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro, falou sobre a importância do movimento de rua, de prefeitos e vereadores pela causa municipalista. “Trata-se da maior marcha que o movimento municipalista já realizou. Os prefeitos exigem respeito e que, realmente, a União olhe para os municípios da Bahia e do Brasil”, afirma Eures.

“Os municípios estão falidos e que precisam do aporte financeiro do governo federal. Caso contrário, não será possível fechar as contas. Estamos aqui para dizer ao Brasil e ao presidente Temer que os municípios não conseguem viabilizar os compromissos se não tiverem um aporte. A repatriação deste ano, por exemplo, foi zero para os municípios. Até hoje, o presidente não explicou ao Brasil para onde foi o recurso da repatriação. O governo federal precisa entender que é no município que tudo acontece e que as pessoas vivem. Ele precisa olhar para os municípios, principalmente, os de pequeno porte, que não têm receita própria, grandes empresas ou indústrias e vivem com maior dificuldade”, disse o prefeito de Santana e 1º tesoureiro da UPB Marco Aurélio dos Santos Cardoso.



PREFEITO DE MUCURI REFAZ APELO AO GOVERNADOR E AO DNIT PARA RECUPERAÇÃO DA BA-698


Já não bastam as repetidas operações “tapa-buracos”, que têm efeito transitório e de curta duração; o que a rodovia BA-698 precisa mesmo, em sua extensão de 36 quilômetros ligando Mucuri ao leito da BR-101, é de uma completa obra de recuperação, com recapeamento asfáltico e sinalização gráfica horizontal, acostamento e outras providências cabíveis.

O entendimento é do prefeito Carlos Simões, que, este mês, voltou a fazer veemente apelo ao governador Rui Costa, ao secretário estadual de Infraestrutura, Marcus Benício Cavalcanti, e à superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) na Bahia. Em maio deste ano, Dr. Carlos já havia encaminhado ofício.

CARLOS SIMÕES: AÇÕES PALIATIVAS
NÃO RESOLVEM O PROBLEMA DA RODOVIA
Tapar os buracos tem sido rotina permanente na estrada, mas basta que chova durante alguns dias, eles ressurgem, às vezes em tamanho maior, sem contar outras crateras que aparecem. Essas medidas paliativas não resolvem o problema, apenas amenizam por algum tempo. O prefeito de Mucuri indica um completo recapeamento e nivelamento da pista, para melhor escoamento das águas.

A péssima situação da pista tem ocasionado, também, diversos acidentes, alguns com vítimas fatais e danos materiais.

De remendo em remendo, a BA-698 está cansada. Nos documentos enviados ao governador, à Seinfra e ao Dnit, ficou bem detalhada a situação da rodovia, única via de acesso ao Município, bastante utilizada no dia a dia dos moradores da Sede, dos distritos e povoados, além do volumoso número de turistas, sem contar o diário fluxo pesado de caminhões e carretas, o que contribui para a rápida deterioração da pista.

FONTE: ASCOM - PREF. MUN. MUCURI



quinta-feira, 23 de novembro de 2017

COMBATE À CORRUPÇÃO: DR. CARLOS DIZ QUE MUCURI PRECISA MELHORAR POSIÇÃO NO RANKING DA TRANSPARÊNCIA

Entre 2015 e 2016, Município sofreu queda em sua performance, de acordo com avaliação do Ministério Público Federal


Avaliação referente ao ano de 2016, recém-divulgada pelo programa de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal (MPF), mostrou que o município de Mucuri perdeu importantes posições dentro do Ranking Nacional da Transparência. 

Comparando com a primeira avaliação, de 2015, Mucuri caiu de uma pontuação de 5,10 para 4,40 em 2016, diferença negativa de 0,70 ponto.


Algumas cidades do extremo obtiveram melhores posições, como Caravelas, que pulou de 4,60 para 5,40, Prado (3,50 para 5,40) e Alcobaça (4,70 para 4,80). Teixeira de Freitas perdeu posição, mas ficou melhor que Mucuri - de 7,00 em 2015 para 6,10 em 2016.

Bem diferente da maioria, o 1º lugar no estado da Bahia, município de Conceição de Coité, saltou de 4,90 em 2015 para 9,30 ano passado. Entre os 417 municípios baianos, Mucuri não passou de um 191º lugar, perdendo para vizinhos do extremo sul.


O prefeito Carlos Simões, ao analisar os números do Ranking, disse que Mucuri merecia estar entre os primeiros classificados. “Não vou dizer que fiquei surpreso com a posição de Mucuri, mas confesso uma certa decepção. A partir de agora, nossa obrigação é realinhar o governo para que, na próxima avaliação do Ministério Público Federal, possamos saltar para as primeiras posições no estado”, disse ele.

Ele já está abordando o assunto com todos os secretários e, especialmente, com a assessoria de Comunicação, que administra o site da Prefeitura.


O QUE É O RANKING



O Ranking Nacional da Transparência, criado pelo MPF, com base em provas anuais aplicadas no Brasil inteiro, rebaixou a avaliação de Mucuri.


A avaliação mediu basicamente o quanto os governos estavam satisfazendo as exigências das leis de transparência. Os resultados são organizados em forma de gráficos e tabelas interativas, de fácil acesso à população e disponíveis no site do programa de combate à corrupção do Ministério Público Federal.  A prova foi composta por 16 questões com pesos diferentes e divididas em oito quesitos.

Dr. Carlos assumiu um governo com dívidas altíssimas deixadas pelo antecessor, obrigado a encarar uma série de dificuldades administrativas. “Hoje, o item transparência precisa ser levado a sério pelos prefeitos, porque a população, o cidadão de Mucuri, precisa ter acesso livre a todas as informações do Município. Não se pode esconder mais nada do povo”, ressaltou.

O QUE É TRANSPARÊNCIA

Transparência nas contas públicas é um conceito indissociável de qualquer República Democrática de Direito. A obrigação de um prefeito, de disponibilizar informações, para qualquer cidadão, sobre quanto arrecada e gasta já existe, em tese, desde 1988, quando a atual Constituição entrou em vigor.

ÍNDICE DAS CAPITAIS

Nos últimos anos, no entanto, por meio da edição de uma série de normas infraconstitucionais, esse dever se tornou ainda mais explícito e detalhado. A Lei Complementar nº 101 (Lei de Responsabilidade Fiscal), já em 2000, mesmo antes da popularização da internet, dispunha que planos, orçamentos e prestações de contas deveriam ter ampla publicidade “em meios eletrônicos de acesso público”.

CONCEIÇÃO DO COITÉ: 1º LUGAR NA BAHIA

A Lei Complementar nº 131 de 2009, alterando a Lei de Responsabilidade Fiscal, esmiuçou ainda mais esse dever, prevendo a obrigação de que todos os municípios brasileiros disponibilizassem suas informações financeiras em tempo real, contendo, por exemplo, “disponibilização mínima dos dados referentes ao número do correspondente processo, ao bem fornecido ou ao serviço prestado, à pessoa física ou jurídica beneficiária do pagamento e, quando for o caso, ao procedimento licitatório realizado”.

O conjunto normativo de Leis referentes à transparência no Brasil foi completado com a edição da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/11) que disciplinou o pedido de informações tanto no seu aspecto ativo quanto passivo.

A legislação citada trouxe uma série de normas que podem realizar uma revolução no controle dos gastos públicos. No entanto, até a execução do Projeto do Ranking Nacional dos Portais da Transparência, não se tinha feito uma avaliação do efetivo cumprimento das leis nos 5.568 municípios e 27 estados da federação brasileira.

Desta forma, para traçar esse diagnóstico, a Câmara de Combate à Corrupção do Ministério Público Federal coordenou todas as unidades do MPF para que fosse feita uma avaliação nacional que redundasse na adoção de medidas judiciais e extrajudiciais em face de municípios e estados em débito com as leis.

Fluxograma


1ª AVALIAÇÃO EM 2015

A primeira avaliação se deu entre os dias 08/09/2015 e 09/10/2015. Após a coleta dos dados, o Ministério Público Federal divulgou rankings estaduais e nacional no dia 09/12/2015 (Dia Internacional de Combate à Corrupção).

Além da divulgação dos rankings, o MPF expediu mais de 3.000 recomendações àqueles entes federados que não estavam cumprindo suas obrigações legais, dando um prazo de 120 dias para sua adequação às Leis de Transparência.

Trata-se de medida prevista em Lei (artigo 6º, XX, da Lei Complementar nº 75/93) que tem como objetivo solucionar extrajudicialmente irregularidades encontradas.

2ª AVALIAÇÃO EM 2016

Após escoado o prazo de 120 dias, o MPF fez nova avaliação nacional, no período de 11/04/2016 a 27/05/2016, para aferir se as recomendações tinham sido cumpridas.

A média nacional aumentou cerca de 30% da primeira para a segunda avaliação, pulando de 3,92 para 5,14 mas, como nem todas as recomendações foram cumpridas, 2.109 ações civis públicas foram propostas em todo o país para forçar os gestores que ainda insistem em descumprir a legislação.

Várias decisões já foram proferidas favoravelmente ao MPF e estão sendo reunidas num banco de jurisprudência que vai ser alimentado por unidades de todo o país.

Algumas já estão disponíveis em: http://bit.ly/jurisprudencia_transparencia. Nos casos dos municípios que não tinham sequer portais na internet quando da segunda avaliação em 2016, foi adotada uma linha de atuação mais drástica que envolveu, além da ação civil pública contra o município para cumprimento das leis da transparência:

1. Ação de improbidade contra o prefeito, com base no artigo 11, II e IV, da Lei 8.429/92 (Art. 11. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente: II - retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício; IV - negar publicidade aos atos oficiais;

2. Recomendação para que a União suspenda os repasses de transferências voluntárias, com base no artigo 73-C da LC 101/2000; e

3. Representação para a Procuradoria Regional da República contra os prefeitos pela prática do crime previsto no artigo 1º, XIV, do DL 201/67 (Art. 1º São crimes de responsabilidade dos Prefeitos Municipal, sujeitos ao julgamento do Poder Judiciário, independentemente do pronunciamento da Câmara dos Vereadores: XIV - Negar execução a lei federal, estadual ou municipal, ou deixar de cumprir ordem judicial, sem dar o motivo da recusa ou da impossibilidade, por escrito, à autoridade competente;).fluxograma próximos passos.

O Projeto redundou forma de inédita atuação de forma simultânea e articulada, foram tomadas medidas judiciais e extrajudiciais para concretização do direito à Transparência, contribuindo para a prevenção da corrupção e para o fortalecimento da participação democrática no país.

FONTE: ASCOM - PREF. M. MUCURI

ITENS AVALIADOS

O questionário aplicado pelas unidades do Ministério Público Federal no Brasil inteiro foi elaborado no bojo da ação nº 4 da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (ENCCLA) do ano de 2015, por representantes do Ministério Público Federal (MPF), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Controladoria Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU), Secretaria do Tesouro Nacional (STN), Associação dos Membros dos Tribunais de Contas (ATRICON), Banco Central, entre outras instituições de controle e fiscalização.

O questionário formulado a várias mãos pelas instituições de controle é essencialmente baseado nas exigências legais, à exceção dos dois itens finais que são considerados “boas práticas de transparência”.

Optou-se por fazer um questionário abrangente, porém enxuto. Não estão previstos no questionário 100% das exigências legais, por questões de praticidade na hora da aplicação. Porém, é possível dizer que o cerne das leis de transparência foi avaliado e aqueles que obtiveram pontuação elevada estão com níveis muito satisfatórios de transparência.

Confira abaixo os itens avaliados e a sua fundamentação legal.

GERAL
1 - O ente possui informações sobre Transparência na internet?
2 - O Site contém ferramenta de pesquisa de conteúdo que permita o acesso à informação?

RECEITA
3 - Há informações sobre a receita nos últimos 6 meses, incluindo natureza, valor de previsão e valor arrecadado?

DESPESA
4- As despesas apresentam dados dos últimos 6 meses contendo:
Valor do empenho
Valor da liquidação
Valor do Pagamento
Favorecido

LICITAÇÕES E CONTRATOS
5 - O site apresenta dados nos últimos 6 meses contendo:
Íntegra dos editais de licitação
Resultado dos editais de licitação (vencedor é suficiente)
Contratos na íntegra
6 - O ente divulga as seguintes informações concernentes a procedimentos licitatórios com dados dos últimos 6 meses?
Modalidade
Data
Valor
Número/ano do edital
Objeto

RELATÓRIOS
7 - O site apresenta:
As prestações de contas (relatório de gestão) do ano anterior
Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) dos últimos 6 meses
Relatório de Gestão Fiscal (RGF) dos últimos 6 meses
Relatório estatístico contendo a quantidade de pedidos de informação recebidos, atendidos e indeferidos, bem como informações genéricas sobre os solicitantes
8 - O Site possibilita a gravação de relatórios em diversos formatos eletrônicos, abertos e não proprietários, tais como planilhas e texto (CSV), de modo a facilitar a análise das informações?

TRANSPARÊNCIA PASSIVA
SERVIÇO DE INFORMAÇÕES AO CIDADÃO - SIC
9 - Possibilidade de entrega de um pedido de acesso de forma presencial
Existe indicação precisa no site de funcionamento de um Serviço de Informações ao Cidadão (SIC) físico?
Há indicação do órgão?
Há indicação de endereço?
Há indicação de telefone?
Há indicação dos horários de funcionamento?

SERVIÇO ELETRÔNICO DE INFORMAÇÕES AO CIDADÃO e-SIC
10 - Há possibilidade de envio de pedidos de informação de forma eletrônica (e-SIC)?
11 - Apresenta possibilidade de acompanhamento posterior da solicitação?
12 - A solicitação por meio do e-SIC é simples, ou seja, sem a exigência de itens de identificação do requerente que dificultem ou impossibilitem o acesso à informação, tais como: envio de documentos, assinatura reconhecida, declaração de responsabilidade, maioridade?

DIVULGAÇÃO DA ESTRUTURA E FORMA DE CONTATO
13 - No site está disponibilizado o registro das competências e estrutura organizacional do ente?
14 - O Portal disponibiliza endereços e telefones das respectivas unidades e horários de atendimento ao público?

BOAS PRÁTICAS DE TRANSPARÊNCIA
15 - Há divulgação de remuneração individualizada por nome do agente público?
16 - Há divulgação de Diárias e passagens por nome de favorecido e constando, data, destino, cargo e motivo da viagem?



quarta-feira, 1 de novembro de 2017

PROJETO BRINQUEDOTECA DA JUSTIÇA TEM SIMPATIA DO PREFEITO CARLOS SIMÕES

Com o avanço do Projeto Brinquedoteca da Justiça em várias comarcas do interior baiano, o prefeito de Mucuri acenou com simpatia à possibilidade de se criar parceria entre Executivo e Judiciário para viabilizar a iniciativa. Carlos Simões destacou a “proximidade entre os poderes constituídos e a comunidade, começando com as crianças”.

Primeiras doações, em Salvador
Na verdade, incentivar a instalação de brinquedotecas em todas as comarcas do estado é o principal objetivo do Projeto Brinquedoteca da Justiça, idealizado pela desembargadora Nágila Brito e pelo juiz Jonny Maikel. Somente nas primeiras horas de lançamento do projeto, foram arrecadados mais de 100 brinquedos e roupas. A ideia começou com a brinquedoteca da 3ª Vara da Justiça pela Paz em Casa, em Salvador. A adesão foi grande e o projeto ampliou.

Prefeito Carlos Simões: boa ideia
“Boas ideias precisam ser expandidas, e acredito que nenhum juiz de comarca deixará de adotar o projeto em sua área de atuação”, comentou o prefeito, que orientou o diretor de Relações Institucionais, Ilmar Lopes Gonçalves, a tratar do assunto com a juíza Tarcísia de Oliveira, titular da Comarca de Mucuri.

O projeto Brinquedoteca da Justiça é idealizado pela desembargadora 
Nágila Brito (foto) e pelo juiz Jonny Maikel
Na capital, a jornalista Giselle Nunes incentivou as filhas Letícia e Rafaela a doarem brinquedos. Letícia, de 10 anos, disse que “gostava de todos os brinquedos, mas tinham outras crianças que precisavam mais”, enquanto a pequena Rafaela, de cinco, comemorou a iniciativa. “Estamos fazendo uma boa ação”, disse.

Os irmãos Marina, oito anos, Luíza, cinco, e Pedro, dois anos, filhos de uma juíza de direito, também fizeram questão de participar Projeto Brinquedoteca e doaram vários brinquedos.

Juíza Tarcisia de Oliveira,
da Comarca de Mucuri
“A ideia inicial era montar a brinquedoteca da 3ª Vara da Justiça pela Paz em Casa, mas a adesão foi grande e o projeto acabou sendo ampliado. Agora, nosso projeto é instalar uma brinquedoteca em todas as unidades do Judiciário”, conta o juiz Jonny Maikel.

Já em Feira de Santana, as crianças Eduardo e Armando também contribuíram para a instalação da brinquedoteca da 1º Vara Crime da comarca, que também recebeu brinquedos de advogados e promotores. Segundo o magistrado, "crianças, adultos, servidores, magistrados, associações e sindicatos, OAB, Defensoria Pública, Ministério Público, todo mundo pode se integrar a campanha fazendo sua doação”, explicou.


Cada servidor, administrador ou magistrado pode arrecadar roupas e brinquedos doados e instalar unidade da Brinquedoteca da Justiça em sua comarca. A iniciativa, de acordo com o juiz, beneficiará crianças que acompanharem pais ou responsáveis durante as audiências nas unidades judiciais.


Os idealizadores pretendem que a Brinquedoteca da Justiça seja um ambiente que possibilite a diversão, num espaço seguro e tranquilo, onde a criança será acolhida, enquanto seus pais ou responsáveis participam ou aguardam audiências realizadas em qualquer unidade do Poder Judiciário Baiano.

CERTIDÃO DO TSE MOSTRA ROBERTINHO CONSOLIDADO NA PRESIDÊNCIA DO UNIÃO BRASIL EM MUCURI HÁ 3 ANOS

  Partido tem ACM Neto como 1º vice-presidente da Direção nacional e membro da Executiva estadual; certidão da Justiça Eleitoral valida comp...